Sara Moreira e equipa feminina são as esperanças nacionais no Ibérico de 10.000 m

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O Troféu Ibérico de 10000 metros terá este sábado a sua sétima edição (ou 13ª contando com o anterior Campeonato Ibérico, entre 1991 e 1996), o qual volta a Huelva (como há dois anos). Portugal, no setor feminino, e Espanha, no masculino, deverão dividir os triunfos, como tem acontecido nos últimos anos.

  C. Ib. T. Ib. Total
  91/96 11/16    
  P E P E P E
Masc. (ind.) 4 2 1 5 5 7
Masc. (eq.) 2 4 2 4 4 8
Fem. (ind.) 5 1 4 2 9 3
Fem. (eq.) 3 3 3 3 6 6
  14 10 10 14 24 24

Nota: em 2012, Portugal e Espanha não completaram as equipas masculinas

As grandes esperanças nacionais estarão na prova feminina, na qual Sara Moreira regressará os 10.000 m, já na expetativa de conseguir o mínimo para o Mundial de Londres (32.15,00). O mesmo tentará Salomé Rocha (32.05,82 como melhor na época passada) e até Catarina Ribeiro (32.31,18), esta mais virada para a maratona. Apesar das ausências de Jéssica Augusto (a preparar-se para a maratona de Hamburgo, dentro de duas semanas) e de Dulce Félix, com a preparação atrasada depois de prolongada lesão, Portugal parte como favorito coletivamente.

Já no setor masculino, no qual os últimos triunfos nacionais datam de 2011 (Rui Silva e seleção), a situação não se deve inverter este ano. Nenhum dos quatro primeiros do recente Nacional de corta-mato irá estar presente (Nuno Costa foi 5º). Estarão os três portugueses sub’29 minutos em 2016: Bruno Albuquerque (29.07,10), Miguel Ribeiro (29.15,76) e Hélder Santos (29.19,22). O mínimo para o Mundial é de… 27.45,00. Curiosidade à volta da presença do sub’23 Miguel Marques (30.14,57 na época passada), que quererá confirmar o mínimo para o Europeu da categoria (30.15,00).

As marcas de referência federativas para a Taça da Europa de 10.000 m são 28.25 (masc.) e 33.30 (fem.).

 

 

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