Raramente têm havido atletas do atletismo na lista dos atletas mais bem pagos do mundo. Mas agora, a norte-americana Sydney McLaughlin-Levrone parece mudar esse cenário.
McLaughlin-Levrone tem tido sucesso nas pistas, conquistando títulos olímpicos e mundiais, além de bater vários recordes mundiais, tanto na sua especialidade, os 400 m barreiras como agora nos 400 m.
A recém-coroada Atleta Feminina do Ano pela World Athletics quase igualou um recorde de 40 anos nos 400 m no Campeonato Mundial de Tóquio, ao marcar 47,78 e conquistar a medalha de ouro numa prova que nem sequer é a sua especialidade.
Aos 26 anos, ela entrou para a lista da Forbs das 20 atletas mais bem pagas de 2025, ficando na 18ª posição, com uma fortuna de 8,2 milhões de dólares conquistada somente neste ano.
Curiosamente, quase todos os seus ganhos não vieram das pistas, com 8 milhões de dólares provenientes de patrocínios de marcas, e apenas 200 mil dólares das corridas. É uma disparidade enorme que demonstra os baixos valores pagos pelo atletismo em comparação com outras modalidades.
Algumas das principais marcas de McLaughlin-Levrone incluem Gatorade, Neutrogena e a TAG Heuer.
A atleta norte-americana é agora o maior chamariz entre as estrelas femininas do atletismo para as marcas, e isso talvez explique por que ela é a atleta a quem o Grand Slam Track, que entrou com pedido de falência, deve mais dinheiro, 350.000 dólares, apesar de não ter vencido todas as suas provas.
A tenista Coco Gauff liderou a lista das mulheres mais ricas pelo segundo ano consecutivo, com uma fortuna de 33 milhões de dólares em 2025, com as tenistas Aryna Sabalenka (30 milhões) e Iga Swiatek (25,1 milhões) a completarem o pódio.

