• Contactos
  • Ficha Técnica
  • Home
  • Homepage
  • Política de Privacidade
  • Publicidade
  • Sample Page
Revista Atletismo
  • Menu
    • Vídeos
    • Agenda da Corrida
    • Aniversários
    • Competição
      • Estrada
      • Pista
      • Estatísticas
      • Corta-mato
    • Entrevista
    • Internacional
    • Lifestyle
    • Nacional
    • Opinião
    • Running
      • Atleta do Pelotão
      • Clube do Pelotão
    • Saúde
    • Trail
    • Triatlo
  • Running
  • Competição
    • Pista
    • Estrada
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Agenda da Corrida
  • Opinião
No Result
View All Result
  • Menu
    • Vídeos
    • Agenda da Corrida
    • Aniversários
    • Competição
      • Estrada
      • Pista
      • Estatísticas
      • Corta-mato
    • Entrevista
    • Internacional
    • Lifestyle
    • Nacional
    • Opinião
    • Running
      • Atleta do Pelotão
      • Clube do Pelotão
    • Saúde
    • Trail
    • Triatlo
  • Running
  • Competição
    • Pista
    • Estrada
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Agenda da Corrida
  • Opinião
No Result
View All Result
Revista Atletismo
No Result
View All Result
Home Destaque

Sebastian Coe frustrado com obstáculos legais que impedem a retirada do recorde mundial da maratona a Ruth Chepng’etich

Nuno Oliveira by Nuno Oliveira
2025-12-23
in Destaque, Internacional
2
Sebastian Coe frustrado com obstáculos legais que impedem a retirada do recorde mundial da maratona a Ruth Chepng’etich
0
SHARES
99
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter

Sebastian Coe expressou a sua frustração com as complexidades legais que impedem a World Athletics de retirar o recorde mundial a uma atleta suspensa por doping, classificando a situação como uma farsa.

A questão gira em torno da maratonista queniana Ruth Chepngetich, que em outubro de 2024, bateu o recorde mundial da maratona em Chicago, no impressionante tempo de 2h09m56s, que ainda permanece como recorde mundial oficial.

Já este ano, Ruth Chepng’etich recebeu uma suspensão antidoping de três anos, mas os seus resultados só foram anulados a partir de março.

A Unidade de Integridade do Atletismo (AIU) rejeitou a explicação de Chepngetich de que ela teria tomado por engano, um medicamento da sua empregada doméstica. A AIU também afirmou que está a investigar outras possíveis violações cometidas pela atleta.

“Compartilho da sua frustração, mas não sou advogado”, declarou o presidente da World Athletics durante uma teleconferência com a imprensa.

“Existem contestações judiciais em que o ónus da prova exige um teste positivo e evidências de que uma infração de doping estava a ocorrer no momento da competição. Sem isso, é extremamente difícil extrapolar para outros eventos.”

“A AIU faz tudo o que está ao seu alcance, mas também precisa de trabalhar dentro das restrições legais, por mais frustrante que isso seja.”

Ruth Chepngetich está entre os vários atletas de elite apanhados este ano no doping, uma lista que inclui os sprinters norte-americanos Marvin Bracy, Erriyon Knighton e Fred Kerley, que receberam suspensões.

A crescente preocupação com o doping foi reiterada pelo presidente da AIU, David Howman, ex-diretor-geral da Agência Mundial Antidoping. Howman alertou que o sistema antidoping está estagnado.

“Atletas de elite que se dopam intencionalmente, estão a conseguir escapar da deteção. Atualmente, não somos suficientemente eficazes para apanhar os trapaceiros… isso prejudica a credibilidade do movimento antidoping”, afirmou ele.

Embora reconhecendo os desafios, Sebastian Coe ofereceu uma perspetiva mais ponderada. “Acho que o que David está a dizer é que precisamos ir mais além”, explicou ele.

“É crucial que todas as nossas organizações antidoping estejam a funcionar de forma absolutamente otimizada. Precisamos de focar em testes inteligentes. Temos que usar a IA com muito mais frequência para impulsionar esses testes inteligentes e alocar recursos onde faça realmente diferença.”

Previous Post

S. Silvestre de Braga: Triunfos de André Pereira e Laura Taborda com mais de 2.300 na meta

Next Post

Hugo Gonçalves e Carla Pereira são campeões nacionais de Trail Ultra Endurance em Proença-a-Nova

Next Post
Hugo Gonçalves e Carla Pereira são campeões nacionais de Trail Ultra Endurance em Proença-a-Nova

Hugo Gonçalves e Carla Pereira são campeões nacionais de Trail Ultra Endurance em Proença-a-Nova

Comments 2

  1. Arlindo Manuel says:
    9 meses ago

    A forma justa de ultrapassar isso seria um efeito espelho das participações futuras e dos resultados passados de acordo com a punição recebida. Exemplo se um atleta fosse punido com 4 anos de inibição seriam anulados simultaneamente os 4 anos anteriores. Bem sei que juridicamente seria inviável, mas na verdade seria o mais justo. Outra solução seria implementar a regra de que um atleta sancionado por doping intencional receberia sempre a pena acessória de ser removido das listas oficiais de recordes.

    Responder
  2. Nuno says:
    9 meses ago

    Eu também seria a favor de tais penalizações, mas como diz, prevejo que as barreiras legais sejam inultrapassáveis

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  • Contactos
  • Publicidade
  • Ficha Técnica

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

No Result
View All Result
  • Menu
    • Vídeos
    • Agenda da Corrida
    • Aniversários
    • Competição
      • Estrada
      • Pista
      • Estatísticas
      • Corta-mato
    • Entrevista
    • Internacional
    • Lifestyle
    • Nacional
    • Opinião
    • Running
      • Atleta do Pelotão
      • Clube do Pelotão
    • Saúde
    • Trail
    • Triatlo
  • Running
  • Competição
    • Pista
    • Estrada
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Agenda da Corrida
  • Opinião

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.