Após entrar com o pedido de falência no mês passado, o Grand Slam Track de Michael Johnson compareceu pela primeira vez perante os seus credores, numa reunião de credores exigida pela lei federal.
Durante a reunião virtual com os credores sem a presença de Michael Johnson, a liga revelou que tinha apenas 7.300 dólares em caixa. Com uma dívida de mais de 30 milhões de dólares e apesar da profunda frustração e raiva com a forma como terminou a primeira época, permanece o interesse comum em encontrar uma solução para a liga continuar em 2026.
Numa declaração lida em ata por Mark Fulton, falando em nome do Comité de Credores, foi afirmado: “Falando em nome de todos os fornecedores, quero deixar absolutamente claro: todos desejam que o Grand Slam Track seja um sucesso. No entanto, esse sucesso não pode e não deve ser construído sobre o prejuízo financeiro dos fornecedores de 2025. O impacto sobre as empresas, atletas e indivíduos tem sido severo, e a pressão sobre o bem-estar mental das pessoas tem sido significativa e contínua.”
Fulton encerrou a sua declaração enfatizando que o Comité não procurava o confronto por si só.
“Não estamos aqui para discutir. Estamos aqui para resolver isto de forma adequada”, disse ele. “Esta resolução deve abordar de forma justa o que é devido aos fornecedores, permitindo ao mesmo tempo que o Grand Slam Track avance de forma sustentável e confiável. Uma resolução que atenda a esses padrões permitirá que todas as partes avancem de forma construtiva e com confiança.”
Documentos judiciais e depoimentos revelaram que o Grand Slam Track emprega atualmente seis pessoas e quase não tem dinheiro em caixa. Espera no entanto, receber nos próximos dias, cerca de um milhão de dólares em financiamento para devedores em recuperação judicial, por parte da Winners Alliance, para financiar o processo de falência e as operações mínimas.
