Mais de 300 sanções foram aplicadas a atletas russos após a apreensão de dados do laboratório de Moscovo em 2019, segundo a Agência Mundial Antidoping (WADA).
A entidade concluiu agora a sua investigação, denominada Operação Lims, com 291 atletas punidos e 302 sanções aplicadas.
Competidores de 22 modalidades desportivas foram punidos por 23 organizações antidoping diferentes, sendo o halterofilismo (107 atletas) e o atletismo (93) as modalidades mais frequentemente sancionadas.
Onze atletas receberam sanções por múltiplas violações, enquanto outros quatro casos foram instaurados, mas ainda não foram resolvidos, aguardando-se o julgamento final.
“Simplificando, a Operação Lims é a investigação mais bem-sucedida da história do combate à dopagem”, afirmou o presidente da WADA, Witold Banka.
A suspensão da Rússia por doping terminou em 2023, embora as suas equipas e competidores tenham sido banidos por diversos órgãos desportivos internacionais, após a invasão da Ucrânia.
Nos últimos meses, alguns organismos começaram a permitir que os atletas russos competissem sob a sua bandeira.
