Continua envolvida em polémica o pagamento aos atletas do Grand Slam Track (GST). Oito meses depois de o pedido voluntário de falência ter sido protocolado, os atletas e empresas de gestão na modalidade continuam a afirmar que não receberam os valores devidos.
Os envolvidos no “problema de capital catastrófico”, como definiu Michael Johnson, fundador da GST, foram ouvidos pela BBC Sport. Uma das empresas que representa atletas, negou qualquer tipo de pagamento, além de afirmar que nem mesmo houve um contato inicial para informar possíveis datas dos pagamentos em atraso. Por sua vez, representantes de Michael Johnson, confirmaram que, de facto, ainda não houve nenhuma transferência, sem apresentarem uma previsão para que isso ocorra.

