A etíope Ruti Aga, vencedora da Maratona de Tóquio de 2019, foi suspensa provisoriamente pela Unidade de Integridade de Atletismo (AIU) devido à presença ou uso de uma substância proibida, metilprednisolona, e por adulteração de exame antidoping.
A metilprednisolona é um corticosteroide que pode reduzir a dor e a fadiga, além de acelerar a recuperação, e é proibida pelas regras da Agência Mundial Antidoping (WADA).
Ruti Aga, de 32 anos, tem sido uma das atletas mais consistentes nas maiores maratonas da última década. Venceu a edição de Tóquio em 2019, com o tempo de 2h20m40s, após três segundos lugares consecutivos em eventos do World Marathon Majors.
Obteve depois mais cinco pódios importantes ao seu currículo: segundo lugar nas maratonas de Berlim de 2017 e 2018 e na maratona de Tóquio de 2018, e terceira na maratona de Berlim de 2016 e na maratona de Nova York de 2019.
Tem 2h18m34s como recorde pessoal quando foi segunda em Berlim, em 2018.

