• Contactos
  • Ficha Técnica
  • Home
  • Homepage
  • Política de Privacidade
  • Publicidade
  • Sample Page
Revista Atletismo
  • Menu
    • Vídeos
    • Agenda da Corrida
    • Aniversários
    • Competição
      • Estrada
      • Pista
      • Estatísticas
      • Corta-mato
    • Entrevista
    • Internacional
    • Lifestyle
    • Nacional
    • Opinião
    • Running
      • Atleta do Pelotão
      • Clube do Pelotão
    • Saúde
    • Trail
    • Triatlo
  • Running
  • Competição
    • Pista
    • Estrada
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Agenda da Corrida
  • Opinião
No Result
View All Result
  • Menu
    • Vídeos
    • Agenda da Corrida
    • Aniversários
    • Competição
      • Estrada
      • Pista
      • Estatísticas
      • Corta-mato
    • Entrevista
    • Internacional
    • Lifestyle
    • Nacional
    • Opinião
    • Running
      • Atleta do Pelotão
      • Clube do Pelotão
    • Saúde
    • Trail
    • Triatlo
  • Running
  • Competição
    • Pista
    • Estrada
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Agenda da Corrida
  • Opinião
No Result
View All Result
Revista Atletismo
No Result
View All Result
Home Destaque

Estudo conclui que força das mulheres transgénero cai ligeiramente após um ano de tratamento

Redação by Redação
2020-12-16
in Destaque, Saúde
0
Estudo conclui que força das mulheres transgénero cai ligeiramente após um ano de tratamento
0
SHARES
286
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter

De acordo com um estudo publicado na Sports Medicine, os homens têm vantagem com um desempenho superior que as mulheres em modalidades como o críquete, golfe e ténis, comparando com outras modalidades como a corrida ou a natação.

O mesmo estudo descobriu também que os bloqueadores de testosterona tomados pelas mulheres transexuais reduzem minimamente a vantagem biológica que sustenta o desempenho.

O estudo descobriu que enquanto os homens de elite, são na corrida e na natação, cerca de 10 a 13% mais rápidos do que as mulheres de elite, a diferença é entre 29% e 52% quando se trata de bowling, críquete, basebol e halterofilismo e em modalidades que dependem geralmente mais da massa muscular e da força explosiva.

 “As diferenças de desempenho superiores a 20% estão geralmente presentes quando se consideram modalidades e atividades que envolvem contribuições extensas da parte superior do corpo”, acrescenta o estudo. “A diferença entre o serviço de ténis mais rápido registado é de 20%, enquanto a diferença entre os lançamentos de basebol mais rápidos registados ultrapassam os 50%.”

No entanto, quando as mulheres transgénero suprimem a testosterona por 12 meses, os investigadores descobriram que a perda de massa corporal magra, área muscular e força, era de apenas 5%. Portanto, “a vantagem muscular desfrutada pelas mulheres transgénero é apenas minimamente reduzida quando a testosterona é suprimida” e “pequena em comparação com as diferenças basais”.

Os resultados são significativos porque, de acordo com as diretrizes atuais do Comité Olímpico Internacional, as mulheres transexuais podem competir em modalidades desportivas femininas se suprimirem a sua testosterona abaixo de 10 nmol/L por 12 meses antes e durante a competição.

No entanto, mesmo quando a testosterona foi suprimida para cerca de 1 nmol/L, ela não “removeu a vantagem antropométrica e de massa/força muscular de nenhuma forma significativa” – embora os autores digam que o desempenho cardiovascular reduzido pode gerar uma menor vantagem, retida em modalidades de resistência.

O estudo levanta questões significativas para o desporto, com o artigo afirmando que “o COI pode precisar de reavaliar” se as suas diretrizes atuais para mulheres transgénero são justas ou seguras para as competições femininas”. O estudo também questiona se, do ponto de vista ético-médico, é aceitável para o COI pedir às mulheres transgénero que reduzam significativamente a sua testosterona se ela não cumprir os seus objetivos declarados.

Enquanto isso, os investigadores também descobriram que a lacuna biológica entre mulheres e homens é tão grande que 10.000 homens têm melhores recordes pessoais do que a atual campeã olímpica dos 100 metros.

“Esses dados confirmam de forma esmagadora que a puberdade impulsionada pela testosterona, como a força motriz do desenvolvimento das características sexuais secundárias masculinas, sustenta vantagens desportivas que são tão grandes, que nenhuma mulher poderia razoavelmente esperar ter sucesso sem segregação sexual na maioria das competições desportivas.”

Previous Post

Sondagem diz que maioria dos japoneses não quer Jogos Olímpicos de 2021

Next Post

Meia Maratona: António Pinto é o melhor português nos melhores veteranos do mundo

Next Post

Meia Maratona: António Pinto é o melhor português nos melhores veteranos do mundo

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  • Contactos
  • Publicidade
  • Ficha Técnica

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

No Result
View All Result
  • Menu
    • Vídeos
    • Agenda da Corrida
    • Aniversários
    • Competição
      • Estrada
      • Pista
      • Estatísticas
      • Corta-mato
    • Entrevista
    • Internacional
    • Lifestyle
    • Nacional
    • Opinião
    • Running
      • Atleta do Pelotão
      • Clube do Pelotão
    • Saúde
    • Trail
    • Triatlo
  • Running
  • Competição
    • Pista
    • Estrada
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Agenda da Corrida
  • Opinião

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.