A Agência Antidoping do Quénia (ADAK) suspendeu 27 atletas por por diferentes infrações de doping, 11 deles devido à utilização de substâncias proibidas. Algumas das sanções são retroativas a 2021.
Entre os atletas agora suspensos, estão Wiseman Were, campeão nacional dos 400 m barreiras e Rita Jeptoo, vencedora da Maratona de Chicago.
Wiseman Were está suspenso provisoriamente e não poderá competir até que o seu caso seja analisado e decidido. Ele fez a sua estreia nos JO de Paris, onde chegou às meias-finais. Conquistou a medalha de bronze na estafeta 4×400 m nos mesmos Jogos. Venceu os 400 m barreiras no Kip Keino Classic de 2025, com um novo recorde pessoal de 48,34, superando a sua marca anterior de 48,57 de 2024.
A Adak suspendeu Rita Jeptoo, de 45 anos, pela presença de esteroides anabolizantes androgénicos proibidos.
Jeptoo é a queniana mais bem-sucedida nas principais maratonas mundiais a ter sido punida por doping. Ela venceu a Maratona de Boston em 2006, 2013 e 2014, com um novo recorde de 2h18m57s. Também venceu a Maratona de Chicago em 2013 e 2014.
O campeão nacional dos 110 m barreiras de 2024, Michael Musyoka, que compete pelas Forças de Defesa do Quénia, também foi suspenso por falhas no fornecimento de informações sobre o seu paradeiro, assim como o campeão dos 5.000 m dos Jogos Militares Africanos de 2024, Bravin Kosgei Kiptoo, que também é o campeão africano sub-20 dos 10.000 m de 2019.
No futebol, foram suspensos cinco jogadores. Ainda duas basquetebolistas e uma jogadora de voleibol.

