O Conselho Executivo do Comité Olímpico Internacional (COI) descartou oficialmente a hipótese de termos corta-mato nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2030, nos Alpes Franceses.
Há mais de uma década, que o presidente da World Athletics, Sebastian Coe, vem defendendo a inclusão do corta-mato no programa olímpico e, nos últimos meses, o COI vinha considerando a possibilidade de adicioná-lo em 2030.
Mas numa conferência de imprensa, a presidente do COI, Kirsty Coventry, deixou claro que modalidades como o corta-mato e o ciclocrosse, não farão parte dos próximos Jogos de Inverno.
“Votaremos sobre o programa em junho, mas já decidimos que nenhuma modalidade de verão ou modalidade interdisciplinar fará parte do programa”, disse Coventry. “Será apenas neve e gelo.” Ainda não foi divulgada a lista completa das modalidades que farão parte dos Jogos Olímpicos de 2030.
Apesar desta decisão revelada por Kirsty Coventry, tal não significa que o corta-mato não possa entrar um dia nos Jogos Olímpicos. Mais tarde, na conferência de imprensa, Kirsty Coventry explicou que o COI quer ser mais cauteloso na forma como introduz novas modalidades, mas afirmou que o corta-mato poderia “encaixar-se potencialmente” nos Jogos Olímpicos de Inverno de Salt Lake City em 2034. “Precisamos de descobrir como queremos que novas modalidades, modalidades inovadores e disciplinas entrem no programa”, disse Kirsty Coventry.

