A Unidade de Integridade do Atletismo (AIU) suspendeu a tanzaniana Jackline Sakilu por dez anos, a partir de 17 de setembro de 2025, pela presença ou uso de um coquetel de substâncias proibidas. Estas incluem androsterona, etiocholanolona, 5α-Adiol, 5β-Adiol e metabólitos de testosterona. Os resultados da atleta foram anulados a partir de 29 de junho de 2024.
Em 16 de março de 2025, a atleta forneceu uma amostra de urina durante a competição na Maratona de Seul.
Na sequência de um pedido de reanálise da primeira amostra, em 12 de setembro de 2025, o laboratório acreditado pela Agência Mundial Antidoping em Seul, reportou um Resultado Analítico Adverso na primeira amostra com base na presença do coquetel acima mencionado.
Mais tarde, outro laboratório credenciado em Paris confirmou o resultado da primeira amostra.
Durante o verão de 2025, ela forneceu mais duas amostras fora de competição, ambas com resultado positivo para androsterona, etiocholanolona, 5αAdiol e 5βAdiol.
Jackline Sakilu detém o recorde nacional da meia maratona com 1h06m05s, marca conquistada em 2024 na Meia Maratona de Ras Al Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos. Ela terminou no sexto lugar no Mundial de Corta-Mato de 2017, no Uganda. Em 2023, apresentou melhorias significativas do seu desempenho, melhorando o recorde pessoal da maratona de 2h37m55s para 2h26m50s e, posteriormente, para 2h21m27s. Nessa época, o seu melhor tempo na meia maratona também melhorou, passando de 1h12m43s para 1h06m05s.
Dimitriana Bezede suspensa por 12 meses
A AIU também suspendeu a moldava Dimitriana Bezede, especialista do lançamento do peso e do disco, por 12 meses a partir de 1 de julho de 2025, pela presença/uso de substância proibida (letrozol). Foram anulados os resultados obtidos a partir de 8 de março de 2025.
A atleta forneceu uma amostra durante a competição no Campeonato Europeu de Pista Curta de 2025 em Apeldoorn. A amostra foi enviada para o laboratório de Kreischa, Alemanha, que revelou a presença de um metabólito do letrozol.
Bezede recebeu uma suspensão de 12 meses devido à rápida admissão da sua culpa e à autorização legítima para uso da substância. No entanto, Bezede não tinha uma Autorização de Uso Terapêutico (AUT) e viu o seu pedido posteriormente negado pela WADA.

