• Contactos
  • Ficha Técnica
  • Home
  • Homepage
  • Política de Privacidade
  • Publicidade
  • Sample Page
Revista Atletismo
  • Menu
    • Vídeos
    • Agenda da Corrida
    • Aniversários
    • Competição
      • Estrada
      • Pista
      • Estatísticas
      • Corta-mato
    • Entrevista
    • Internacional
    • Lifestyle
    • Nacional
    • Opinião
    • Running
      • Atleta do Pelotão
      • Clube do Pelotão
    • Saúde
    • Trail
    • Triatlo
  • Running
  • Competição
    • Pista
    • Estrada
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Agenda da Corrida
  • Opinião
No Result
View All Result
  • Menu
    • Vídeos
    • Agenda da Corrida
    • Aniversários
    • Competição
      • Estrada
      • Pista
      • Estatísticas
      • Corta-mato
    • Entrevista
    • Internacional
    • Lifestyle
    • Nacional
    • Opinião
    • Running
      • Atleta do Pelotão
      • Clube do Pelotão
    • Saúde
    • Trail
    • Triatlo
  • Running
  • Competição
    • Pista
    • Estrada
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Agenda da Corrida
  • Opinião
No Result
View All Result
Revista Atletismo
No Result
View All Result
Home Destaque

Ex-recordista mundial Ingrid Kristiansen lança suspeitas de doping a vencedora da Maratona de Valência

Nuno Oliveira by Nuno Oliveira
2025-12-19
in Destaque, Internacional
0
Ex-recordista mundial Ingrid Kristiansen lança suspeitas de doping a vencedora da Maratona de Valência
0
SHARES
143
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter

Os avanços tecnológicos dos sapatos, nos métodos de treino e na nutrição, ajudaram a reduzir os tempos das mulheres na maratona entre 10 e 15 minutos em comparação com quatro décadas atrás. Mas a ex-recordista mundial , a norueguesa Ingrid Kristiansen, acredita que algumas das melhores marcas atuais foram obtidas com recurso ao doping.

O recorde nórdico de Ingrid Kristiansen na maratona, de 2h21m06s, estabelecido na Maratona de Londres de 1985, permaneceu intacto durante quase 40 anos antes de ser batido no último fim de semana na Maratona de Valência de 2025. A atleta finlandesa Alisa Vainio marcou 2h20m48s, terminando em quarto lugar e estabelecendo um novo recorde nórdico.

Ingrid Kristiansen foi questionada pela emissora nacional finlandesa YLE sobre a sua reação. Ela disse estar satisfeita por ver o recorde finalmente batido e deu os parabéns a Alisa Vainio pelo seu desempenho. No entanto, a atleta de 69 anos também expressou o seu ceticismo em relação aos tempos mais rápidos na categoria feminina.

“Quando vemos resultados de 2h13m ou 2h14m, fico sempre muito convencida de que envolvem doping sanguíneo”, disse ela à YLE.

Os seus comentários pareciam ser dirigidos à fundista queniana Joyciline Jepkosgei, que venceu a Maratona de Valência com o melhor tempo mundial do ano, 2h14m00s.

“Se conseguirmos acabar com o doping sanguíneo, ela (Alisa Vainio) pode ganhar o ouro”, disse Ingrid Kristiansen que foi uma das grandes fundistas mundiais da sua época, detendo simultaneamente os recordes mundiais dos 5.000 m, 10.000 m e maratona. O seu recorde mundial na maratona durou 13 anos, antes de ser superado em 19 segundos pela queniana Tegla Loroupe na Maratona de Roterdão de 1998.

Joyciline Jepkosgei e a sua equipa não responderam às acusações de Kristiansen. No entanto, a evolução de Jepkosgei na maratona tem sido muito gradual. Ela estreou-se na maratona em 2019, em Nova York, terminando em 2h22m38s (um tempo mais lento que o melhor de Kristiansen, de 1985), e desde então, subiu ao pódio na Maratona de Londres por quatro vezes nos últimos cinco anos.

Os comentários de Ingrid Kristiansen surgem no meio de um debate sobre a eficácia da Unidade de Integridade do Atletismo (AIU) na aplicação das regras antidoping. Na semana passada, durante a Conferência Mundial sobre Doping no Desporto, em Busan, Coreia do Sul, o presidente da AIU, David Howman, afirmou acreditar que o seu organismo ainda “não é suficientemente eficaz para apanhar atletas que recorrem ao doping para melhorar o seu desempenho.

Em 2024, a AIU suspendeu 305 atletas, um aumento de mais de 50% em relação aos 185 casos registados no ano anterior. David Howman acredita que atletas que se dopam intencionalmente, mesmo nos níveis mais altos, contam frequentemente com sofisticadas equipas de apoio, criadas para ajudá-los a evitar serem detetados.

Antes de assumir a presidência da AIU, David Howman esteve durante 13 anos como diretor-geral da Agência Mundial Antidoping (WADA).

Previous Post

Sprinter norte-americana Shania Collins é a primeira atleta anunciada para os “Jogos do Doping”

Next Post

Índia foi considerada a pior infratora em casos de doping pelo terceiro ano consecutivo

Next Post
Eliud Kipchoge apoia Mo Farah a superar problemas de lesões

Índia foi considerada a pior infratora em casos de doping pelo terceiro ano consecutivo

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  • Contactos
  • Publicidade
  • Ficha Técnica

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

No Result
View All Result
  • Menu
    • Vídeos
    • Agenda da Corrida
    • Aniversários
    • Competição
      • Estrada
      • Pista
      • Estatísticas
      • Corta-mato
    • Entrevista
    • Internacional
    • Lifestyle
    • Nacional
    • Opinião
    • Running
      • Atleta do Pelotão
      • Clube do Pelotão
    • Saúde
    • Trail
    • Triatlo
  • Running
  • Competição
    • Pista
    • Estrada
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Agenda da Corrida
  • Opinião

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.