Ferdinand Omanyala, o homem mais rápido do continente africano, atribuiu o seu bom início nesta época a mudanças no seu programa de treino e à mudança do centro de treinos do Quénia para a África do Sul.
“Alterámos um pouco o programa de treino, aumentámos a carga e fomos treinar para a África do Sul em vez do Quénia, o que funcionou muito bem para nós”, disse Omanyala.
Os ajustes já deram resultado com Omanyala a conseguir quatro marcas abaixo dos 10 segundos. No sábado, Omanyala estreou-se no Meeting de Xangai da Liga Diamante com o tempo de 9,98, terminando em segundo lugar. O sul-africano Gift Leotlela venceu em 9,97, com o norte-americano Kenneth Bednarek a completar o pódio em 9,98.
Apesar de ter perdido o primeiro lugar por um centésimo, Omanyala ficou satisfeito por mais uma vez ter conseguido baixar esta época, da barreira dos 10 segundos. “Fiz um tempo abaixo de 10 e fiquei satisfeito. O resultado é bom e vamos em frente”, disse ele.
O sprinter de 30 anos concentra agora as suas atenções para hoje no Meeting de Xiamen da Liga Diamante, onde vai procurar correr esta época pela quinta vez, abaixo dos dez segundos.
Omanyala espera estar em grande forma no Campeonato Mundial de 2027 em Pequim, esperando que a base sólida agora construída, possa traduzir-se em melhores marcas. “Este é um bom começo de época. Vou continuar a preparar-me para o Campeonato Mundial do ano que vem, em Pequim”, comentou.
Além das suas atuações individuais, Omanyala também desempenhou um papel fundamental na equipa queniana da estafeta masculina 4×100 m no Campeonato Mundial de Estafetas em Gaborone, Botswana. O quarteto queniano registou um novo recorde nacional de 38,50 terminando em quinto lugar na segunda série das eliminatórias para o Campeonato Mundial de 2027.
