Justiça americana condena quatro homens pelo tiroteio que matou a filha de Tyson Gay há dois anos

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Quatro homens foram condenados pelo envolvimento no tiroteio que resultou na morte da filha do sprinter norte-americano Tyson Gay, de 15 anos.   A Justiça dos Estados Unidos, através de um júri popular, declarou os acusados culpados no dia 15 de Outubro, mas as sentenças individuais somente foram divulgadas em 20 de Dezembro.

Chaz Taylor foi condenado a 20 anos por assassinato e 2 anos por ameaça arbitrária. D’Vonta Middlebrooks foi condenado a 15 anos, D’Markeo Taylor foi condenado a prestar serviços por 15 meses e cinco anos em liberdade condicional, e Lamonte Williams foi condenado a prestar serviços por um ano e 15 meses em liberdade condicional. Tyson Gay disse-se aliviado após os vereditos de Outubro. “É a primeira vez que vivo algo assim, eu e a minha família. Foi bem stressante, mas estou aliviado porque acabou. E estou aliviado que a minha filha tenha alguma justiça. Espero que mais alguém que passe pela perda de um filho de maneira violenta e sem sentido, também possa ter justiça”, afirmou.

O crime aconteceu em 2016. Durante um tiroteio no parque de estacionamento de um restaurante, Trinity, que estava dentro do restaurante, acabou atingida no pescoço. Ela foi levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A jovem de 15 anos fazia parte de uma equipe de atletismo escolar e era vista como uma promissora atleta nos 100 e 200 metros.

Tyson Gay é um dos velocistas mais rápidos da história do atletismo, tendo corrido os 100m em 9,69 em 2009, tendo apenas à sua frente o jamaicano Usain Bolt.

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