Mamona voltou a passar os 14 m e Bolt ganhou 100 m sem convencer

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Patrícia Mamona passou três vezes os 14 metros (14,14, 14,13 e 14,18) e Usain Bolt ganhou os 100 m em 9.95… mas sem convencer. Foi no Meeting de Monte Carlo, o último da Liga de Diamante antes do Mundial de Londres.

A atleta portuguesa, sem atingir o seu melhor da época (14,42), voltou a mostrar muita consistência acima dos 14 metros. Foi quarta, embora longe das três primeiras, cuja marcas indicam o quanto exigente vai ser a prova no Mundial: Caterina Ibarguen melhorou para 14,86, Yulimar Rojas ficou a três centímetros e a jamaicana Kimberly Williams chegou a 14,54.

Quanto a Usain Bolt, teve que dar o máximo para ganhar mas “apenas” com 9,95. Terá que melhorar bastante até Londres para renovar o título mas ele já nos habituou a estar a 100 por cento nos grandes momentos. Desta vez, ganhou por três centésimos ao norte-americano Isiah Young (9,98).

A melhor prova foi a de 800 metros femininos, ganha por Caster Semenya em 1.55,27 (recorde pessoal e da África do Sul por um centésimo), logo seguida por Francine Niynsaba, com 1.55,47 (recorde do Burundi), e por Ajee Wilson, com 1.55,61 (recorde dos Estados Unidos).

Outras melhores marcas mundiais do ano foram conseguidas no meio-fundo por três quenianos – Emmanuel Korir nos 800 m (1.43,10), Elijah Managoi nos 1500 m (3.28,80) e Hellen Obiri nos 3000 m (8.23,14) – e pelo norte-americano Evan Jeger nos obstáculos (8.01,29).

O sul-africano Wayde van Niekerk confirmou o favoritismo nos 400 m, ganhando em 43,73, recorde do meeting que pertencia a… Michael Johnson, com 43,96 em… 1998. Muita expetativa no dardo, mas o alemão Thomas Rohler (89,17) não teve desta vez oposição. O seu compatriota Johannes Vetter (94,44 esta época) foi apenas terceiro com 85,14. Na altura, a russa Mariya Lasitskene passou 2,05 e voltou a tentar 2,08.

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