Maratona de Nova York, amanhã em direto no Eurosport

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Os amantes da modalidade poderão assistir amanhã no Eurosport a partir das 14h05m, a Maratona de Nova York, uma das mais prestigiadas do mundo.

Já a Maratona do Porto, não merecerá honras de transmissão direta, ao contrário do que sucedeu com a Maratona de Lisboa.

Nova York terá cerca de 50 mil competidores oriundos de quase 150 países. Aguardam-se alguns duelos entre os melhores atletas inscritos. Em femininos, entre a tetracampeã Mari Keitany e a recordista mundial de meia-maratona Joyceline Jepkosgei, além da presença de Desiree Linden, campeã de Boston no ano passado.

Em masculinos, o vencedor de 2018, o etíope Lelisa Desisa, quer o título em Nova York para coroar uma época já vitoriosa – ele venceu a maratona do Mundial de Atletismo, disputado em Doha. Desisa, que correu no último ano em 2h05m59s, terá como principal opositor, o queniano Geoffrey Kamworor, que venceu a Maratona de Nova York em 2017

História

A primeira Maratona de Nova York foi organizada em 1970 por Fred Lebow e Vince Chiappetta e ocorreu toda dentro do Central Park. Em 1976,  a prova desenrolou-se nos cinco distritos da cidade, num dos sonhos de Ted Corbit, fundador da New York Road Runners, que organiza a prova até hoje: incluir e atrair corredores de todas as raças, géneros e ritmos.

O espírito democrático e conciliador da maratona teve uma das suas edições mais marcantes em 2001. Menos de dois meses após os atentados de 11 de Setembro, a corrida foi disputada como um símbolo de esperança e paz para os competidores e nova-iorquinos.

Décadas antes, dois nomes consagraram-se como mitos da Maratona de Nova York: o americano Bill Rodgers, único tetracampeão (1976 a 1979) e a norueguesa Grete Waitz, que correu a sua primeira maratona em Nova York em 1978 e venceu; foi depois vencedora mais oito vezes — a última em 1988.

Em 2004, a ex-recordista mundial, a britãnica Paula Radcliffe, superou a queniana Susan Chepkemei por apenas três segundos. No ano seguinte, o então vencedor da prova, o sul-africano Hendrick Ramaala, foi batido pelo queniano Paul Tergat por meros três décimos de segundo.

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