SC Braga regressa à I Divisão feminina

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O regresso do SC Braga à I Divisão feminina, onde esteve até 2011 e chegou a conseguir lugares de relevo (foi vice-campeã em 1994), foi o ponto mais saliente do apuramento do Nacional de Clubes, cuja classificação acaba de ser divulgada pela Federação no seu site. A equipa minhota substitui o Marítimo, que fora 8º há um ano e agora só ficou apurado para a II Divisão. Foi a única alteração verificada na I Divisão, por comparação com 2016, já que no setor masculino se mantêm as mesmas oito equipas.

Sete clubes apresentar-se-ão na I Divisão masculina e feminina: para além de Benfica (favorito no setor masculino) e Sporting (favorito no feminino); a já habitual (mas agora menos forte) Juventude Vidigalense; duas formações da Madeira – GD Estreito e Jardim da Serra; uma formação beirã, o Srª Desterro; e o SC Braga, com uma forte formação masculina e uma feminina em crescendo. A estas sete, juntam-se o CA Seia, na I Divisão masculina, e o Grecas, na feminina.

Na II Divisão masculina, haverá apenas uma alteração: o AC Vermoil, 2º na III Divisão em 2016, estrear-se-á, por troca com o NA Cucujães, que esteve quatro anos na II Divisão e regressa à III.

Na II Divisão feminina, verificar-se-á a estreia de mais uma equipa madeirense – a do Água de Pena – e o regresso da formação eborense do GD Diana, já presente em 2015. Descem a Escola do Movimento e o CO Pechão, clube dedicado especialmente à marcha, mas não só…

Na III Divisão, são mais as alterações: quatro nos homens, três nas mulheres. A nota principal vai para o regresso, no setor masculino, de dois históricos: o Belenenses, que chegou a estar no pódio da I Divisão (3º) entre 1993 e 1995 mas praticamente desaparecera como equipa nas últimas épocas; e o JOMA, que ainda bem recentemente (2009 e 2010) estivera no pódio da I Divisão.

Apesar do elevado número de equipas inscritas, acabaram por ser relativamente poucas as que se apresentaram com um mínimo de atletas para poderem pontuar: 42 no setor masculino e 27 no feminino, um total de 69 que iguala 2015 mas é o pior desde 2010. O recorde é de 78 equipas, total atingido em 2013.

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