A Organização dos Enhanced Games anunciou mais uma sprinter norte-americana que fez uma tatuagem com o tema “Enhanced Games”.
Taylor Anderson, de 31 anos, disse que a sua decisão de fazer a tatuagem da marca Enhanced foi para comemorar esse momento da sua vida.
“Saí da reforma para entrar na liga e fazer algo que a maioria das pessoas nem consegue fazer”, disse ela num vídeo postado nas redes sociais. “Em maio, vamos faturar esse milhão.”
Os Jogos que terão lugar em 24 de maio prometeram um prémio monetário de um milhão de dólares para quem bater o recorde mundial dos 100 m, podendo recorrer ao doping para melhorar o desempenho. O atual recorde mundial feminino é de 10,49 estabelecido em 1988 pela falecida norte-americana Florence Griffith Joyner.
No entanto, Taylor Anderson nunca correu a distância em menos de 11 segundos. O seu recorde pessoal é de 11,20 em 2021, e ela nunca representou a equipa nacional num grande evento mundial, como os Jogos Olímpicos ou o Campeonato Mundial.
A sua única participação internacional no escalão sénior foi nos Jogos Pan-Americanos de 2023 em Santiago, onde competiu na estafeta 4×100 m.
Taylor Anderson junta-se a quatro sprinters já anunciadas na liga: Denau McFarlane, Jasmine Abrams, Shania Collins e Shockoria Wallace.
Deste grupo, Taylor Anderson parece ser a única atleta, até o momento, com uma tatuagem permanente dos “Jogos do Doping”. A tatuagem, que ela indica ser a sua quinta, está localizada no seu antebraço esquerdo.
A Organização prometeu 500 mil dólares em prémios monetários, sendo 250.000 destinados a cada vencedor do evento.
Até o momento, as provas de pista confirmadas incluem os 100 m masculinos e femininos, com a possibilidade de inclusão dos 110 m barreiras masculinos e dos 100 m barreiras femininos, embora nenhum atleta das barreiras tenha sido confirmado publicamente.
O projeto também atraiu atenção fora do desporto. O ator e coproprietário do Wrexham AFC, Rob McElhenney, estará envolvido na produção de um filme sobre o evento.


Parece estar difÃcil conseguir arranjar atletas interessados em participar no evento, tanto que têm de contratar uma atleta reformada e que nunca baixou dos 11,20 segundos. Ou então as “vitaminas” que a organização tem disponÃveis são algo mesmo revolucionário… Estou curioso para ver os resultados