O sprinter norte-americano Sam Blaskowski, de 23 anos, foi notícia em 30 de maio deste ano ao correr os 100 m em 9,89 (1,5 m/s) no Tennessee, tornando-se o “homem branco mais rápido da história” na distância. Mas, nos últimos dias, ressurgiram nas redes sociais, vídeos antigos dele a usarem o termo racista “N-word” e fazendo piadas racistas.
Agora, Sam Blaskowski respondeu à controvérsia pedindo desculpas no Instagram e indicando que estava a deixar o grupo de treino Star Athletics de Dennis Mitchell, onde vinha treinando na Flórida ao lado de atletas como Sha’Carri Richardson, Melissa Jefferson-Wooden, Kenny Bednarek e Christian Coleman.
Ao apresentar as suas desculpas àqueles que magoou, Blaskowski especificou que as mensagens ofensivas datavam de quase sete anos atrás e afirmou que “não havia desculpa para usar esse tipo de linguagem“ e que desejava “oferecer as suas sinceras desculpas“ pelos seus comentários, dizendo-se “envergonhado e constrangido de si mesmo“ e indicando também que “os valores que me guiam hoje e meu modo de viver como jovem adulto são muito diferentes do discernimento que eu demonstrava quando era mais jovem”.
Sam Blaskowski não participou no Campeonato Nacional deste ano porque iniciou o processo de mudança da sua nacionalidade desportiva e pretende competir futuramente pela Polónia.

