Alimentos anti-inflamatórios para combater a inflamação

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Sedentarismo, má alimentação, poucas horas de sono e o stresse do dia a dia contribuem para o aumento dos processos inflamatórios do organismo. E são esses processos que abrem caminho para a maioria das doenças adquiridas ao longo da vida. Por isso, se consumir alimentos anti-inflamatórios, pode estar a influenciar o aumento da imunidade e longevidade.

Mas esses ingredientes não têm apenas essa função. Os alimentos nunca têm um só tipo de nutrientes. Normalmente, as vitaminas e minerais também têm uma ação antioxidante e antifúngica, por exemplo.

Assim, eles também ajudam a proteger o corpo dos invasores externos (vírus e bactérias), de lesões e outras inflamações agudas ou crónicas que podem aparecer.

Alimentos anti-inflamatórios 

Frutas 

Uva, maçã, limão, abacate, abacaxi, coco, manga, caju.

Temperos

Alho, gengibre, pimenta vermelha, alecrim, louro, oregãos, açafrão, cravo, canela e sálvia.

Verduras e legumes

Brócolos, pimentão vermelho, cebola, tomate, abóbora, beterraba, espinafre, rúcula, batata doce e manjericão.

Cereais

Lentilha, ervilha, feijão, aveia, cevada, centeio, cereais de milho, amendoim, arroz e soja.

Alimentos que aumentam a inflamação

Assim como existem alimentos anti-inflamatórios, também há aqueles que acabam por intensificar esse processo do nosso organismo. Os principais são os de origem industrializada, além dos ricos em açúcar, com glúten, trigo e leite de vaca e os seus derivados e aditivos artificiais.

Outras sugestões para combater a inflamação do organismo

  • A glutamina ajuda a regenerar as células do intestino;
  • Consumir probióticos vai ajudar a parede intestinal a absorver melhor os nutrientes;
  • Consumir mais frutas avermelhadas, roxas e a Elas têm ação antioxidante que diminui os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular;
  • Abacate, alho, gengibre,  são alimentos anti-inflamatórios e antioxidantes, assim como o açafrão e outras ervas aromáticas (alecrim, salsa, cebolinha);
  • Consumir gorduras boas como os ómegas 3 e 6 da chia, gergelim, linhaça e peixes – especialmente de águas frias;
  • Dormir bem faz parte do treino. É na hora do sono que o corpo metaboliza tudo que se fez durante o dia. Poucas horas prejudicam o sistema imunológico a longo prazo. Se a qualidade do sono é mau, o magnésio ou a melatonina podem ajudar.
  • Estilo de vida e alimentação

A alimentação é importante para o aumento da longevidade e a melhoria na qualidade de vida e performance na atividade desportiva, mas não é a o único fator a ser levado em conta. O estilo de vida também conta muito.

O ambiente em que vivemos é o que modula a nossa inflamação. Que não é sempre mau, mas uma resposta do organismo, uma defesa. Alimentação, exercício físico, onde vivemos, como vivemos, tudo isso tem importância. O stresse ambiental também gera um stresse fisiológico, altera o nosso PH, dificulta a absorção de nutrientes no intestino e mexe com a imunidade do nosso sistema.

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