Federação já selecionou equipa feminina para o Europeu de corta-mato

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  • Presença dos principais atletas é (finalmente!) obrigatória

A Federação já selecionou seis atletas para a equipa nacional feminina que estará no Campeonato da Europa de corta-mato, a realizar em Tilburg (Holanda), a 9 de dezembro. São elas Catarina Ribeiro, Inês Monteiro, Jéssica Augusto, Salomé Rocha, Sara Moreira e Marta Pen, às quais se junta Mariana Machado, já selecionada para a prova de juniores. Só no caso de impossibilidade de alguma das atletas, serão escolhidas outras, com base nos critérios de seleção agora divulgados. Dulce Félix está “pré-selecionada”, tal como, no setor masculino, Rui Pinto e Samuel Barata. Mas estes atletas terão que demonstrar bom estado de forma nos corta-matos de Amora (4 novembro), Barcelos (11 novembro) e, em especial, Torres Vedras (18 novembro), provas que servirão para a Federação escolher quatro seniores masculinos e seis sub’23 e juniores (masculinos e femininos) para estarem no Cross da Constituição, em Alcobendas (Espanha), a 25 novembro. Ali será feita a seleção final para o Europeu de seis seniores femininos, (apenas) dois seniores masculinos, quatro sub’23 masculinos, três sub’23 femininos e quatro juniores de cada sexo. Cada país poderá apresentar seis atletas por prova, contando três para a classificação coletiva. O Cross de Alcobendas poderá selecionar qualquer atleta em condições de representar a seleção e não apenas os que se deslocarem por conta da Federação. A direção-técnica nacional (DTN) da Federação poderá ou não preencher todas as vagas.

Entretanto, outra novidade para este ano tem a ver com a participação na estafeta mista de 4×1 volta – 1,5 km que integrará o Europeu. O Cross de Torres Vedras integrará provas masculina e feminina de 1500 metros (aproximadamente), da qual sairão dois atletas de cada sexo para participarem na estafeta do Europeu.

Apesar de todos os dados divulgados nestes critérios de seleção, a Federação admite não preencher todas as vagas disponíveis, caso tal se justifique.

A seleção, desde já, de vários primeiros planos nacionais revela a importância que a Federação dá (finalmente!…) à presença de todos os principais fundistas nacionais na competição. E um parágrafo dos critérios de seleção é sintomático: “A presença dos atletas convocados é obrigatória. A ausência injustificada implica a suspensão imediata de todos os apoios ao atleta e ao respetivo treinador. A dispensa por lesão terá de ser confirmada pelo departamento médico da FPA e implica a ausência do atleta de qualquer competição até 1 de janeiro de 2019.”

O novo responsável técnico pela seleção é António Sousa.

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