Meia-Maratona de Lisboa aposta este ano na elite feminina

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Depois de Carlos Móia ter apostado em anteriores edições na elite masculina, este ano a sua aposta vai para algumas das melhores atletas mundiais no fundo.

“Vamos ter a melhor elite de sempre na vertente feminina. Nunca tivemos uma elite como a que vamos ter este ano”, afirmou Carlos Móia.

Vão assim estar presentes, as quenianas Jemina Jelagat Sumgong, campeã olímpica da maratona nos Jogos Olímpicos do Rio Janeiro e Vivian Cheruyot, atual campeã olímpica dos 5.000 e 10.000 metros, e a etíope Mare Dibaba, campeã mundial da maratona e medalhada de bronze no Rio de Janeiro. Todas estas atletas já correram a meia maratona num tempo abaixo da 1h08m.

A prova contará ainda com a vencedora do ano passado, a etíope Ruti Aga, e a vencedora da meia-maratona de Portugal (Ponte Vasco da Gama), a também etíope Genet Yalew.

Também estarão presentes as trigémeas estónias, Leila, Lily Luik e Liina, que participaram na maratona do Rio.

Entre as portuguesas, estão confirmadas as presenças de Ana Dulce Félix e Jéssica Augusto.

No setor masculino, estarão presentes três atletas com tempos abaixo da uma hora, os quenianos James Wangari Mwangi (59.07) e Simon Cheprot (59.20) e o eritreu Nguse Amloson (59.39 minutos)

Alguns dos melhores fundistas portugueses também estarão presentes. São os casos de Hermano Ferreira, Rui Pedro Silva, Ricardo Ribas, Rui Teixeira e José Moreira.

Mo Farah decidiu não participar por receio de eventuais problemas no regresso aos Estados Unidos, onde vive, devido à nova legislação sobre imigração, decretada por Donald Trump.

“Mo Farah não virá, enfrenta vários problemas devido à nova legislação, parece que tudo se vai resolver, mas existiam complicações quando estávamos a negociar e ele decidiu não vir”, disse Carlos Móia.

Segundo a Organização, estão já inscritos 20.000 atletas, dos quais 4.000 estrangeiros, na mini e meia-maratona de Lisboa.

Este ano, a feira do Corredor será no Meo Arena, no Parque das Nações.

 

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