Nélson Évora, “Amo aquilo que faço e estou aí para as curvas”

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“Desde que mudei a minha vida, entrei em quatro grandes competições e ganhei medalhas… Sou um artista e tenho de ter a capacidade de me reinventar. Não faço nada para calar a crítica. Faço por mim e pelos portugueses”

Campeão olímpico e mundial, faltava-lhe o título europeu que chegou finalmente em Berlim. Na chegada a Lisboa, Nelson Évora não escondeu a satisfação pela conquista da medalha que lhe faltava. “Estou muito feliz, por finalmente ter conquistado este título. Depois de tantos contratempos e muitas lesões, acho que tudo depende da nossa cabeça e da ambição que temos para atingir os objetivos. A realidade é que foi difícil, mas o objetivo foi conseguido.”

A importância da ambição

Nelson referiu-se ainda à importância da ambição e da forma como entra na pista: “Tenho 34 anos e depois de tantos contratempos e muitas lesões, acho que tudo depende da nossa cabeça e da ambição que temos para atingir os objetivos. Senti neste Europeu que tinha tudo para conquistar uma medalha. Os meus familiares e amigos sempre me passaram a mensagem que o importante era entrar na pista para me divertir, e só nos últimos anos é que aprendi o valor dessa mensagem. Por isso entrei, interagi com o público e aí se deu o clique”.

Segue-se Tóquio em 2020

Ainda falta muito tempo, muitos treinos pela frente mas Nelson já pensa nos Jogos Olímpicos de Tóquio. “A cabeça sempre esteve em Tóquio, o meu objetivo é chegar o mais forte possível e trazer uma medalha, nunca fui para uma grande competição sem pensar em medalhas”.

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