Os anabolizantes e os seus efeitos: disfunção sexual, dependência emocional e lesões

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Uso indevido traz graves consequências para homens e mulheres, até mesmo em curtos períodos de tempo

Os anabolizantes são uma praga no mundo do desporto. Há quem pense que se os usar por curtos períodos de tempo, não trazem problemas à saúde. Não é bem assim. Há constatações científicas dos efeitos colaterais graves tanto nos homens como nas mulheres.

Alguns dados estatísticos que vamos citar são de publicações em revistas médicas: atrofia testicular e disfunções sexuais em 63,6% dos utilizadores sem indicação médica; acne em 63,4%; icterícia, e tumores hepáticos em 16%; ginecomastia em 23%.

Há também algumas lesões comuns aos utilizadores de anabolizantes como rutura de tendões e ligamentos, dores articulares, tumores renais e dos testículos, calvície, hipertrofia cardíaca patológica; infarto do miocárdio por aterosclerose precoce pela elevação patológica do colesterol mau LDL, hipertensão arterial por retenção hídrica, elevação dos níveis de sódio e fibrose renal, arritmias cardíacas devido à fibrose do miocárdio e hipertrofia global do miocárdio.

As sugestões para tratar os dependentes emocionais são as de se utilizar terapias cognitivo-comportamentais de convencimento, esclarecimento efetivo dos danos e eficiente controlo da fabricação e comercialização para se evitar a comercialização tão fácil como a existente hoje em dia.

O interesse mais claro da razão de muitos jovens utilizarem os anabolizantes é o da estética, facto que precisa ser bem esclarecido, pois pode ter um corpo esteticamente perfeito apenas com exercícios físicos alternados, aeróbicos e anaeróbicos, com orientação profissional de um preparador físico.

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